ARTESP tem até dia 25 para criar concessionária que vai tocar Rodovia dos Calçados

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A​ Artesp (Agência de Transporte do Estado de São Paulo)para compor a nova concessionária e assinar o contrato de 30 anos de concessão do lote de rodovias entre Franca e Itaporanga (chamado de Rodovia dos Calçados).

A concessão pode ser prorrogada por mais 30 anos. Além da outorga, estão garantidos R$ 5 bilhões em investimentos em obras e na operação e manutenção da malha rodoviária que corta o Estado desde Itaporanga até Franca.

O lance de R$ 1,2 bilhão da primeira parcela, somado aos R$ 225.483.921,11 milhões da segunda parcela a ser paga em 2018, chega a uma outorga total de R$ 1.438.983.921,11 (quase um bilhão e meio de reais). Considerando, ainda, os investimentos que serão feitos na malha rodoviária do Lote Rodovias dos Calçados, a concessão garantiu recursos de mais de R$ 6,4 bilhões para o Estado de São Paulo.

Investimentos

O lote que passará para a concessão da Arteris contempla 720 quilômetros de rodovias que atravessam 35 municípios das regiões de Bauru, Franca, Itapeva, Ribeirão Preto, Sorocaba e Central.

O projeto viabiliza R$ 5 bilhões em investimentos ao longo da concessão, sendo R$ 3,25 bilhões a serem efetivados já nos primeiros dez anos.

Do total, R$ 1 bilhão é destinado às obras principais de ampliação da malha rodoviária, R$ 2,4 bilhões referentes à restauração e conservação, além de implantação de equipamentos e sistemas, bem como outras melhorias nas pistas.

Benefícios para os usuários das rodovias.

A nova concessão levará várias inovações para oferecer aos usuários serviços de melhor qualidade.

A concessionária irá equipar a rodovia com wi-fi (rede de dados sem fio) ao longo de toda a malha para disponibilizar, em tempo real, informações sobre, por exemplo, a situação do trânsito, desvios, condições climáticas e segurança viária.

Para maior segurança e fluidez do tráfego, as estradas serão totalmente monitoradas por câmeras inteligentes.

Também está prevista a possibilidade de a concessionária adotar tarifas flexíveis, com preços menores nos horários de menor demanda de tráfego, por exemplo.

Essa prática, além de significar economia no bolso do usuário, pode contribuir decisivamente para melhor equilíbrio de fluxo, retirando uma quantidade considerável de veículos nos horários de pico, atraindo-os para a rodovia naqueles momentos em que há menos tráfego.

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