A pedido de Rodrigo Pacheco, Bolsonaro garante cota mínima para Furnas

Em reunião, nesta quarta-feira (7), no Palácio do Planalto, o presidente Jair Bolsonaro, assegurou ao senador Rodrigo Pacheco (MG), líder do Democratas, que o Ministério de Minas e Energia irá garantir a cota mínima de 762 para a Represa de Furnas, no Sul e Sudoeste de Minas Gerais.

O índice é considerado ideal por moradores, produtores e empresários do entorno do lago para a promoção das atividades como navegação, turismo, piscicultura e produção agrícola. Segundo Bolsonaro, o ministério vai determinar a contenção da vazão da água que sai de Furnas para abastecer a hidrovia Paraná-Tietê, em São Paulo.

Desde o ano passado, Rodrigo Pacheco tem cobrado a manutenção da cota 762 dos órgãos competentes.

Agora, o senador mineiro recebeu a garantia do próprio presidente que a cota será mantida. “O nível abaixo disso prejudica, e muito, o turismo da região. Já levamos a demanda ao ministro de Minas e Energia, que está prestes a apresentar uma solução: cortar um pouquinho essa vazão para que todos possam ser atendidos. Aliás, senador, parabéns por seu empenho e, se Deus quiser, chegaremos a essa demanda que o estado de Minas tanto necessita e que vai ajudar toda a região”, afirmou o presidente Jair Bolsonaro.

Rodrigo Pacheco fez questão de reafirmar que as águas da represa não servem apenas para a produção de energia, mas também para navegação, turismo, piscicultura e produção agrícola, fundamentais para a economia de toda a região.

O senador lembrou ao presidente que mais de 500 mil pessoas, em 34 municípios do Sul e Sudoeste de Minas Gerais, dependem da água da Represa de Furnas e voltou a dizer que a luta por uma solução definitiva para o nível da represa deve estar acima de questões ideológicas. “É a união de esforços, do Executivo e do Legislativo, para poder resolver os problemas do nosso Estado”, destacou o senador.

Para encontrar uma solução para o baixo nível do Lago de Furnas, Rodrigo Pacheco já se reuniu com os diretores da Agência Nacional das Águas (ANA), Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

Sem encontrar uma explicação concreta para o caso, o líder do Democratas promoveu, então, audiência pública, na Comissão de Infraestrutura, para debater o tema e encontrar soluções rápidas para resolver o caso de Furnas. Na ocasião, o senador solicitou, inclusive, uma perícia à Polícia Federal para entender se a vazão do Lago de Furnas para São Paulo estaria prejudicando Minas Gerais.

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