CANDIDATO MIGUEL MARQUES QUE RENUNCIOU À CANDIDATURA É ALVO DE PROCESSOS ADMINISTRATIVO E CRIMINAL

A desistência da candidatura do ex-prefeito Miguel Marques, que pretendia disputar a eleição a vice-prefeito do Município, em parceria com o candidato ao Executivo, delegado Márcio Murari, não foi apenas pelo fato de ter contas rejeitadas pelo TCE – Tribunal de Contas do Estado.
Na verdade, em certidões de livre acesso a qualquer cidadão, diversos processos são demandados pela Justiça contra o ex-prefeito, alguns no aspecto meramente de má uso do dinheiro público e num deles, criminal, sendo chamado a devolver recursos financeiros ao Município, conforme pedido da Promotoria Pública e aceito pela justiça da comarca de Franca.
Um dos processos interposto pelo Ministério Público do Estado (MPE) trata de improbidade administrativa por parte de Miguel Marques onde foi noticiado à Justiça a utilização indevida de verbas do FUNDEB (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação.
O dinheiro foi usado por Miguel Marques para pagamento de despesas de serviços de limpeza, varrição de ruas, limpeza de prédios públicos, convênio médico, odontológico e laboratorial de funcionários da Prefeitura.

CRIMINAL
Em uma ação criminal solicitada pelo Ministério Público e aceita pela Justiça do Fórum de Franca, está certificado no processo 0007752-90.2028, de acordo com Inquérito Policial da Delegacia Seccional de Franca, que se tratou de “crime de lavagem ou ocultação de bens, direitos ou valores” de acordo com processo distribuído em 07 de maio de 2018.
Como se vê, portando, a situação de Miguel Marques, de acordo com as indicações do Ministério Público, que indeferiu seu pedido de candidatura, é muito mais grave do que simplesmente uma falha em sua administração, envolvendo-o, também, nas citações criminais do Código de Processo Penal.

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