ENGIE desenvolve programas de gestão de recursos hídricos

Maior produtora independente de energia do mundo, a ENGIE mantém no Brasil 12 hidrelétricas em todas as regiões do País que somam no total 9.602 MW de capacidade instalada (Foto: Divulgação)
Maior produtora independente de energia do mundo, a ENGIE mantém no Brasil 12 hidrelétricas em todas as regiões do País que somam no total 9.602 MW de capacidade instalada (Foto: Divulgação)

Mais de 9.400 km de perímetro de reservatórios sob responsabilidade da empresa. Mais de 2.000 nascentes recuperadas e protegidas, em nove estados brasileiros. Mais de 510 mil alevinos soltos nos reservatórios das usinas hidrelétricas das Bacias do Rio Uruguai e Iguaçu. Mais de 1 milhão de pessoas atendidas pelo Programa de Visitas e Educação Ambiental.

Quando o assunto é gestão hídrica, a ENGIE, a maior empresa privada de energia do país, reforça diariamente seu compromisso. Em 2020, a empresa dedicou mais de R$ 30,9 milhões em investimentos operacionais ambientais. Até 2030, pretende alcançar 35% de redução do consumo de água nas atividades industriais.

De toda a capacidade instalada para geração de eletricidade da ENGIE, 80% vem da água. Outros 10% também têm origem em fontes renováveis, como a eólica e a solar. Ao longo de sua operação, distribuída por todo o Brasil, a companhia lida com grandes contrastes, tanto nas usinas quanto nas comunidades onde atua, o que impacta diretamente na realidade das pessoas e no papel da empresa na preservação deste recurso fundamental que é a água.

De um lado, as usinas hidrelétricas são caracterizadas pela abundância de água. “As responsabilidades decorrentes de lidar com geração hidrelétrica são muito grandes. O somatório do perímetro dos reservatórios das nossas 12 usinas é maior do que a extensão da costa brasileira”, afirma Gil Maranhão Neto, diretor de Comunicação e Sustentabilidade da ENGIE.

No Conjunto Eólico Campo Largo, no interior da Bahia, a ENGIE garante o fornecimento de água de poços, de forma a estimular a produção agrícola (Foto: Divulgação)
No Conjunto Eólico Campo Largo, no interior da Bahia, a ENGIE garante o fornecimento de água de poços, de forma a estimular a produção agrícola (Foto: Divulgação)

De outro lado, há escassez deste recurso, identificada em algumas regiões onde se encontram empreendimentos eólicos. “Nem sempre onde o vento sopra melhor é onde tem abundância de água. É o caso do Nordeste do Brasil”, diz Maranhão. No Conjunto Eólico Campo Largo, construído entre os municípios baianos de Umburanas e Sento Sé, por exemplo, a ENGIE foi além da energia: perfurou poços de água e os disponibilizou para as comunidades locais.

Nessas áreas secas, a empresa utiliza água apenas para suprir os serviços de limpeza e conservação das instalações e para hidratação das equipes. Ainda assim, nas regiões onde atua, a empresa promove programas ambientais que contribuem para a conservação da água e, se tratando de regiões com problemas de escassez deste recurso, contribui também com a comunidade.

Em Sento Sé, a empresa desenvolveu um projeto de horta comunitária e de monitoramento e preservação de nascentes. Esse projeto foi contemplado no programa Águas Brasileiras, lançado pelo Ministério do Desenvolvimento Regional e que conta com o apoio da ENGIE.

No Conjunto Eólico Campo Largo, a empresa garante o fornecimento de água de poços, de forma a estimular a produção agrícola (Foto: Divulgação)
No Conjunto Eólico Campo Largo, a empresa garante o fornecimento de água de poços, de forma a estimular a produção agrícola (Foto: Divulgação)

“Nem parece verdade. Vivemos muitos anos sem conseguir produzir nada aqui”, conta Maria do Socorro Alves, moradora da região de Umburanas que participou ativamente da implementação das hortas. “Com o apoio da empresa e a força de vontade do nosso povo, hoje vivemos uma outra realidade. A água é nosso tesouro!”

As diferentes representações que a água – ou a ausência dela – assumem em cada comunidade estão no centro do tema da celebração do Dia da Água pela Organização das Nações Unidas. Com o tema #Water2Me, o objetivo é elevar a conscientização a respeito deste recurso natural e estimular as pessoas a expressarem, em suas redes sociais, a importância da água em seu contexto de vida.

Com 3 mil colaboradores, mais de mil empresas clientes e capacidade instalada própria de 10.791 MW em 72 usinas, o que representa cerca de 6% da capacidade do País, a ENGIE atua, de forma concreta, na gestão dos recursos hídricos. Ao adotarem a ENGIE para o fornecimento de energia renovável ou para a aquisição de ações, tanto os clientes quanto os acionistas se tornam apoiadores indiretos dessas iniciativas socioambientais que promovem um futuro mais sustentável.

A ENGIE tem como base a conservação dos recursos naturais, através de programas de monitoramento da qualidade da água, lençóis freáticos e monitoramento da ictiofauna, entre outros (Foto: Divulgação)
A ENGIE tem como base a conservação dos recursos naturais, através de programas de monitoramento da qualidade da água, lençóis freáticos e monitoramento da ictiofauna, entre outros (Foto: Divulgação)

Programa Educativo

Uma ação, em especial, exemplifica o comprometimento da companhia. Realizado em parceria com organizações governamentais e do terceiro setor, o Programa de Conservação de Nascentes, além de promover a conservação dos recursos naturais, contribui para a melhoria da qualidade da água consumida pelas comunidades. Desde o início das ações, 1.907 nascentes foram protegidas, 126 somente em 2019, na área de influência de 14 usinas operadas pela companhia.

“Não me canso de trabalhar olhando para esse rio, essa imensidão de água! A região prosperou com a chegada da usina, trouxe emprego e renda, impulsionou o turismo”, conta Rhyann Sthefanno Alves Brito, da fiscalização ambiental e sociopatrimonial da Usina Hidrelétrica Estreito, na divisa do Maranhão com Tocantins

Acesse aqui para conhecer todas as ações de sustentabilidade da empresa.

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