Esperança para Furnas

Os compromissos de Furnas e da Eletrobras estão garantidos pela assinatura dos presidentes das duas empresas, Clóvis Torres e Rodrigo Limp, respectivamente.

Por Alexandre Silveira foi feita a comunicação de que a gestão das águas de Furnas será responsabilidade da Agência Nacional das Águas (ANA) e Saneamento Básico. Isso vai reforçar a obrigação de se respeitar a cota mínima de 762 m.

Hoje esse nível está em 554 M, um drama que pode ser atribuído à falta de planejamento de quem usa as águas do lago e à ausência de lideranças que poderiam ter reagido a essa grave usurpação. Curioso é que a energia gerada por Furnas poderia ser substituída especialmente nestes momentos de seca por energia solar. Se assim for projetado, no Norte de Minas e no Jequitinhonha se geraria o triplo do que gera Furnas, com milhares de trabalhadores empregados. E a um custo muitíssimo mais econômico.

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