Furnas e Peixoto

Já encaminhado e aguardando resposta o ofício do governo do Estado de MG dirigido à Agência Nacional das Águas, à ANEEL e ao Ministério de Minas e Energia no sentido de se preservar a cota mínima de 762 m acima do nível do mar, da represa de Furnas, e 663 m da de Peixoto, como patrimônio paisagístico de MG, assim declarado em lei.

Cuida ainda o ofício da preservação natural das reservas, pela impossibilidade de recomposição de seus volumes em mais de 40% em um único período de chuvas.

Em função da crise hídrica que o país vive, ambas reservas vêm sendo exauridas para manutenção da produção de energia e para suprir a navegabilidade da Hidrovia Tietê-Paraná. São demandas reais, mas que não podem sacrificar apenas o patrimônio natural, a economia e a empregabilidade de Minas Gerais, que há anos paga essa conta.

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