Novo acordo prevê mais 100 milhões de doses da Pfizer até outubro

O governo deve fechar novo acordo com a Pfizer, por mais 100 milhões de doses de vacina contra a covid-19, totalizando 200 milhões de doses do laboratório norte-americano para o Brasil, ainda este ano.

O anúncio foi feito pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, durante evento na Fiesp, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo.

Segundo Queiroga, o novo contrato prevê a chegada de mais vacinas em outubro.

Algumas doses da primeira remessa da farmacêutica norte-americana Pfizer começaram a chegar hoje nas capitais brasileiras, direcionadas a gestantes, mulheres que acabaram de ter filho, pessoas com deficiência permanente ou com alguma doença preexistente.

O restante das doses deve ser distribuído daqui a uma semana. O quantitativo é parte do primeiro contrato com a Pfizer, que prevê a entrega de 100 milhões de doses ainda neste ano.

As vacinas serão entregues apenas nas capitais, nesta primeira leva. Isso porque, segundo o laboratório norte-americano, estudos comprovam a estabilidade da vacina contra a covid-19, quando armazenada por até seis meses em temperatura entre 90 e 60 graus negativos; por até duas semanas, entre 25 e 15 graus negativos; e por até cinco dias, entre dois e oito graus.

Devido ao curto espaço de tempo, a orientação do Ministério da Saúde é que a primeira remessa da Pfizer fique restrita às capitais. E, se possível, ocorra em unidades de saúde que possuam câmaras refrigeradas cadastradas na Anvisa.

A vacinação no Brasil começou em 18 de janeiro deste ano. E o país conta com mais outros dois tipos de vacina: a Coronavac, produzida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan; e a vacina da Astrazeneca, desenvolvida pela Universidade de Oxford em parceria com o laboratório britânico Astrazeneca e fabricada aqui no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz.

(Agência Brasil)

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