Operação barra culto com Marco Feliciano por desrespeito a regras de distanciamento em Morro Agudo

Uma operação barrou um culto que ocorria em uma igreja evangélica com a participação do pastor Marco Feliciano na noite deste sábado (1º) em Morro Agudo (SP), cidade a cerca de 380 quilômetros da capital paulista.

Segundo a Prefeitura de Morro Agudo, o culto não respeitava regras de distanciamento. Em imagens publicadas em redes sociais, é possível notar que o salão ultrapassava a ocupação de 25% fixada pelo Plano São Paulo para a realização de atividades religiosas presenciais.

G1 e a EPTV, afiliada da TV Globo na região de Ribeirão Preto (SP), tentam localizar a assessoria de Marco Feliciano, que também é deputado federal pelo Republicanos, para comentar o caso.

O pastor Felippe Santos, responsável pela Assembleia Leão de Israel, onde ocorria o culto, informou que a celebração começou por volta das 19h e, uma hora e meia depois, a equipe da Vigilância Sanitária chegou à igreja.

Ainda segundo o pastor, a equipe pediu que alguns fiéis saíssem de dentro da igreja e que outros, que acompanhavam o culto da calçada, também fossem embora. Dez minutos depois, a celebração foi encerrada.

Operação barra culto com Marco Feliciano em Morro Agudo (SP) por desrespeito a regras de distanciamento social, diz Prefeitura — Foto: Redes sociais/Reprodução

Operação barra culto com Marco Feliciano em Morro Agudo (SP) por desrespeito a regras de distanciamento social, diz Prefeitura — Foto: Redes sociais/Reprodução

Marco Feliciano, que é natural de Orlândia (SP), a cerca de 25 quilômetros de Morro Agudo, gravou um vídeo, divulgado por aplicativos de mensagens instantânea, convocando caravanas da região para participarem do culto, ainda de acordo com a Prefeitura.

A operação foi realizada pela Vigilância Sanitária Municipal com apoio de agentes da Polícia Militar, Polícia Civil e Ministério Público (MP), além da Ordem Brasileira dos Advogados (OAB), ainda de acordo com a Prefeitura.

Além do culto, a força-tarefa, batizada de “Fim de Festa”, também barrou a realização de eventos clandestinos, principalmente em chácaras, que são proibidos durante a fase vermelha do Plano São Paulo.

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