Padre Vítor Coelho, de Sacramento, já foi beatificado?

O Antonio Xavier Silva me escreve: “O Padre Vítor Coelho de Almeida, redentorista, de Aparecida (SP), faleceu em 1987 e soube que estão acontecendo muitas graças atribuídas à intercessão dele. Ele já foi beatificado? É verdade que o corpo das pessoas beatificadas depois de mortas não se decompõe?”.

Meu caro Antonio: falar do Padre Vítor Coelho, para mim, é retornar aos anos de 1956 a 1958, quando eu estudava no Seminário Menor Metropolitano em Aparecida. Era admirável o carinho, o entusiasmo, a unção daquele homem de Deus nas celebrações que nós, seminaristas, assistíamos na Basílica de Aparecida. Em 1956, havia começado a construção da nova basílica que é, hoje, o belíssimo santuário que nos encanta a todos.

Padre Vítor sabia motivar a multidão de romeiros que lotava a praça em frente à basílica velha. Não tinha como não rezar e cantar com ele louvores à padroeira.

Ele nasceu na cidade de Sacramento (MG), no dia 22 de setembro de 1899 e morreu em Aparecida, no dia 21 de julho de 1987. Esse padre e catequista redentorista se tornou famoso por seus métodos de pregação e por sua devoção à Padroeira do Brasil. Ele estudou no Seminário de Santo Afonso, em Aparecida, e completou seus estudos na Alemanha. Foi ordenado sacerdote em 1923.

Com o crescimento de graças alcançadas pela intercessão do Padre Vítor, foi aberto o processo para sua beatificação no dia 12 de outubro de 1988, que ainda não foi concluído.

Agora, meu querido irmão, essa história da não decomposição do corpo dos bem-aventurados não deve ser levada a sério. O que faz a pessoa bem-aventurada ou santa é a vida, os atos e atitudes da pessoa, é o compromisso com Cristo. Nada além disso;

O Sâo Paulo (Semanário da Arquidiocese de São Paulo)

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